sábado, 4 de julho de 2009

PERCURSO"ENTRE O CÁVADO E O ATLANTICO 04.07.2009

O Cávado e o Atlântico moldaram o carácter desta terra ribeirinha, as suas gentes, desde cedo, aprenderam a conhecer o pulsar das águas e descobrem que será esse o seu percurso de vida.
Início do Percurso
A Ponte de Fão é uma maravilhosa ponte existente sobre o Rio Cávado! Esta ponte localiza-se na freguesia de Fão no concelho de Esposende. Esta ponte é bastante conhecida devido às suas ligações para Viana do Castelo e outros locais a destacar! Foi inaugurada a 7 de Agosto de 1892.A Ponte desde 2005 esteve em obras, mas as mesmas acabaram no Verão de 2008!É uma fabulosa ponte de ferro por onde podem passar e visitar várias vezes!
Respeite a Natureza, não deixando marcas da sua passagem
Rio Cávado
Parque Natural Litoral Norte desde 2005, foi outrora Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende (APPLE), criada a 17 de Novembro de 1987, segundo o Decreto-Lei 357/87, e ocupando uma área de 476 hectares.A orla marítima compreendida entre a foz do Neiva e a povoação da Apúlia - o litoral de Esposende - é constituída por um cordão de praias e dunas, de grande instabilidade e risco de erosão, ao qual se associam rochedos costeiros, os estuários dos rios Cávado e Neiva, manchas de pinhal, paisagens rurais e vários aglomerados populacionais.Estas areias do litoral minhoto foram colonizadas graças ao sargaço e ao pilado extraídos das águas do mar e empregues como adubo.Cavando a terra ou recolhendo algas e crustáceos, os camponeses e pescadores do litoral trouxeram à cultura areais dantes estéreis e despovoados, onde progressivamente se foram erguendo as casas e fazendo os lugares. São Bartolomeu do Mar, a sul da foz do Neiva, Marinhas, Esposende e a costa de Fão, a Gramadoira, Sedovem e finalmente a Apúlia são outros tantos locais em que, até um passado quase presente, se praticava a apanha de algas marinhas.Associados a toda esta actividade marinha estavam os campos em "maceiras" ou "gamela", escavados alguns metros até ao nível da toalha freática, de modo a criarem-se as condições microclimáticas que possibilitassem, com a incorporação de adubo marinho, uma policultura intensiva. Hoje em dia, a costa do sargaço e do pilado deixou de o ser; o litoral de Esposende está voltado para um turismo que tira partido da presença do mar, das areias das praias, das dunas, das matas e das serranias próximas.Tudo começa nas dunas que constituem uma faixa contínua e estão particularmente desenvolvidas nas zonas de Fão e da Apúlia, povoadas por espécies vegetais comuns a outras zonas costeiras do litoral português. Assim, na zona pré-dunar surgem a eruca-marítima e o cardo marítimo, a duna, o estorno, o cordeiro-da-praia e a soldanela. Na depressão subsequente à duna primária surgem algumas espécies precursoras do mato, como o saganho-mouro. Entretanto, a introdução do chorão e da acácia elimina ou faz perigar a vegetação natural. Na proximidade das dunas, na sua retaguarda, surgem os povoamentos de pinheiro-bravo, semeados a fim de fixarem as areias.O cordão litoral representa, para além de um valor ecológico, abrigo para um determinado número de espécies animais e vegetais que dele dependem e um elemento de protecção, quer em relação às águas do mar, quer, resguardando-os do vento, dos diversos ecossistemas interiores, nomeadamente os campos cultivados.Neste contexto, a vegetação dunar desempenha um papel fundamental, na medida em que representa o melhor estabilizador das areias litorais, daí decorrendo boa parte da importância da sua conservação.Estabelecendo a ligação entre os sistemas dunares a norte e a sul do rio Cávado, estende-se o estuário deste rio, que, juntamente com o do Neiva, de menores dimensões, desempenha um papel importante na manutenção do equilíbrio ecológico da área. Os sapais contribuem de forma importante para tal fim, devido à diversidade de funções que desempenham. No Cávado e no Neiva encontram abrigo variadas espécies animais, pertencentes quer à fauna ictiológica - lampreia, salmão, truta marisca, sável e enguia - quer à avifauna - pato-real e andorinha-do-mar.Devido, por um lado, às ondas e correntes e aos ventos e, por outro, à exploração de areia nas praias, nos estuários e nos canais, à construção de defesas nas praias e à construção de estruturas no cordão litoral, tem-se verificado que este último se tem vindo a reduzir. A arriba de Ofir e os esporões construídos junto à foz do Cávado, em Pedrinhas e na Apúlia, representam outros tantos obstáculos artificiais cujas consequências são já visíveis.
Junto ao rio Cávado, numa das mais belas regiões de turismo de Portugal, encontra-se a Estalagem Parque do Rio, no pinhal de Ofir, próximo da praia.
Clube Náutico de Ofir
Cávado e o Atlântico
vista sobre o Atlântico
Ao longe as Torres de Ofir, que em minha opinião, não favorecem a paisagem
As três Aberrações
praia de ofir
Axis Ofir Beach Resort Hotel
O Facho da Senhora da Bonança funcionou como farol para os navegantes até que novas dunas se formaram entre a sua localização e a costa, tornando-o inútil. É um edifício do século XVI, construído em cantaria.Muito perto encontramos a Capela da Senhora da Bonança, onde os homens do mar vêm pedir protecção para a actividade piscatórias e maritimasOs característicos moinhos de vento espalhados ao longo do areal da Apúlia, singelas construções

3 comentários:

TiagoOrlando disse...

Queres ajudar a limpar as Florestas de Portugal num só dia?? Adere e contribui. Inscreve-te num grupo, ou cria o teu próprio grupo…a minha cidade já está representada por um grupo!

http://limparportugal.ning.com/

http://tiagoorlando.blogspot.com/2009/07/tambem-vamos-fazer.html

Vagamundos disse...

Belo passeio. Agora que nos fomos embora é que vemos aqui bons trilhos para se percorrer. De facto aqueles 3 monos destoam,e muito.
Abraço

Anônimo disse...

Boa Postagem, Parabens pelo trabalho!
Continue, abraço