sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

MARCHA SILENCIOSA


APARECE E TRÁS MAIS AMIGOS.
COM ROUPA PRETA E O TEU BATON COM UMA FITA PRETA
Marcha silênciosa em protesto contra a injustiça da Portaria 1245/2009 (que institui o pagamento de uma taxa de 200€ por cada autorização de actividades ou caminhadas no PNPG) dia 12 de Dezembro pelas 9h30 em Braga. Encontro no Arco da Porta Nova.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

PASTOR BELGA

AS QUATRO VARIEDADES DE PASTORES BELGAS
GROENENDAEL
TERVUREN
MALINOIS
LAEKENOIS
O Pastor Belga é uma raça de porte grande e que possui quatro variedades: Groenendael,
Malinois, Tervuren e Laekenois. É um cão de guarda elegante, robusto, de cabeça erguida e de olhar esperto. É muito resistente a variações climáticas e apesar de sua origem como cão de pastoreio, é um eficiente cão de defesa e guarda.Possui quatro diferentes pelagens, porém todos os Pastores Belgas são inteligentes e possuem o faro aguçadíssimo. Além disso, são carinhosos com os donos e extremamente familiares. Adoram brincar e estar próximos a crianças.O Pastor Belga Groenendael é a variedade de pêlo longo e preto. Tornou-se muito popular como cão de forças policiais, tendo atuado com sucesso na Primeira Guerra Mundial. Valente, destemido e independente, embora apegado a seu dono, requer pulso forte em sua educação, como todo cão de trabalho e guarda.O Pastor Belga Malinois é a variedade de pêlo curto. A cor da sua pelagem é fulvo encarvoado com máscara preta. Desenvolvido na região de Malinois, é o mais popular dos pastores na Bélgica. Tem como qualidades a excelência na guarda, a lealdade, a devoção ao dono e a inteligência. É utilizado por equipas policiais de vários países. O temperamento é estável, porém, o Malinois mostra-se desconfiado com estranhos. O Pastor Belga Malinois está presente no Guiness Book, o livro dos recordes, como o maior farejador de drogas já registrado.O Pastor Belga Laekenois tem pêlo duro caracterizado pelo grau de aspereza e rusticidade por todo o corpo. Aço é fulvo com traços de encarvoados, principalmente no focinho e cauda. É o mais ciumento de todos.O Tervuren apresenta pelagem longa e de coloração mesclada. É obediente, alerta e como os outros inteligente. Cheio de energia, ele precisa de exercícios físicos e mentais diariamente para manter seu bem-estar. É excelente cão de pastoreio, podendo também ser utilizado para guarda.Em geral, o Pastor Belga mede de 56 a 66 cm e o seu peso varia de 25 a 36 kg.
Origem e História
O Pastor Belga, nas suas quatro variedades, é conhecido na maior parte do mundo como Groenendael ou Cão de Berger Belge e sua origem data de antes de 1500.Por volta de 1890, uma comissão de membros de clubes de raças e veterinários juntou forças para determinar se havia um cão pastor de origem verdadeiramente Belga.O professor Adolphe Reul e seu grupo, concluíram que em sua província havia um tipo consistente de pastores, anatomicamente idênticos, mas diferindo na textura da pelagem, cor e comprimento do pêlo. Nas outras oito províncias os resultados foram similares e entre 1891 e 1901 o Pastor Belga foi registrado pela Sociedade Real de São Humberto.O Pastor Belga de pelagem negra e longa deve sua existência a Nicolas Rose, restaurador e dono do Castelo Groenendael, nos arredores de Bruxelas. Ele adquiriu um casal (Picard d'Ucle e Petite) que junto com seus descendentes (filhos, netos, etc.) foi a base do tronco de formação desses lindos pastores negros. Como justa homenagem em 1910 a variedade foi oficialmente nomeada Groenendael.O Pastor Belga tornou-se muito popular, por ser um cão muito versátil, e de inteligência aguçadíssima. Ele é um cão de múltiplas funções, pois além de pastor é um grande companheiro, guarda e policial, fazendo patrulhas, buscas, servindo de mensageiro e até puxando trenós.

video

segunda-feira, 9 de novembro de 2009



Para se inscrever no PLP, registe-se em http://limparportugal.ning.com/
Projecto Limpar Portugal
Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado.
Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de 6000 voluntários.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, no dia 20 de Março de 2010, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet, www.limparportugal.org, onde tem toda a informação de como o fazer.
O projecto Limpar Portugal também está aberto a parcerias com instituições e empresas, públicas e/ou privadas, que, através da cedência de meios (humanos e/ou materiais à excepção de dinheiro) estejam interessadas em dar o seu apoio ao movimento.
No dia 20 de Março de 2010, por um dia, vamos fazer parte da solução deixando de ser parte do problema.
“Limpar Portugal? Nós vamos fazê-lo! E tu? Vais ficar em casa?"

sábado, 10 de outubro de 2009

De vez em quando há coisas maravilhosas que valem a pena partilhar.


Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália."Quem não entende um olhar, muito menos entenderá uma longa explicação.."Olhem a troca: olhar, gesto....maravilhoso! O universo é um, não importa se somos um monte de átomos que forma a espécie (animal) humana, vegetal, estrelar..... somos poeira atômica do mesmo sistema, do mesmo universo, não somos nem mais nem menos. O que nos faz maior ou menor é isso, esse gesto lindo que vem da chama divina que cada um possui dentro de si.

domingo, 23 de agosto de 2009

Não é um lábio ou um olho o que chamamos de beleza, / Mas a força global e o resultado final de todas as partes.

Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas; Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas em nosso planeta;
Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas; Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes video

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

PARQUE NATURAL DO TEJO

Parque Natural do Tejo Internacional festeja 9º aniversário
No dia 18 de Agosto de 2009, em Castelo Branco, no Centro de Interpretação Ambiental, recentemente inaugurado, o Parque Natural do Tejo Internacional festeja o seu 9º aniversário.
Programa:
10h – Sessão de abertura – Eng. Armando Carvalho
10h 30m – Visita à exposição temática do Centro de Interpretação Ambiental – Eng. Célia Teixeira
11h 30m – pausa para café
11h 45m – Condicionalismos inerentes à aplicação do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Tejo Internacional – Eng. Armando Carvalho / Dr. Fernando Queirós
12h 15m – Nova legislação inerente à prática de actividades de animação ambiental em Áreas Protegidas – Eng. Marco Gomes
13h – Debate
13h 30m – Sessão de encerramento.
Áreas Protegidas
PN Tejo Internacional

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PELOS CAMINHOS DO VALE D´ESTE PERCURSO PEDESTRE | 12 SETEMBRO‏


Encontram-se abertas as inscrições para o percurso pedestre " Monte-Fralães / Cambeses", num total de 12 km. O percurso desenrola-se essencialmente em caminhos rurais e de terra batida . É um percurso de dificuldade médiaútem como pontos de interesse capitais a paisagem da veiga do rio Este nas freguesias de Viatodos e Cambeses. Do ponto de vista patrimonial destaca-se o santuário da Senhora da Saúde ( local de inicio), a Igreja Paroquial de Viatodos, a Igreja Paroquial de Fonte Coberta, a capela de Santa Luzia ( Carreira) e o espelendoroso escadário da Paixão em Cambeses, onde se realiza uma das mais importantes procissões de passos da Diocese de Braga.

Os interessados em participar devem fazer as inscrições até 9 de Setembro no posto de Turismo de Barcelos (inscrições limitadas a 55 pessoas)

O percurso insere-se na parceria dos serviços de turismo do Municipio com a Associação "Amigos da Montanha" para a dinamização do pedestrianismo no concelho.

Barcelos em movimento.

Barcelos Turismo

sábado, 18 de julho de 2009

"PREVENÇÃO" NOVE MIL AJUDAM A PREVENIR FOGOS

terrenos nas florestas para evitar incêndios. Alguns recebem 12 euros por dia, outros fazem-no de graça.
Nove mil jovens vão este ano vigiar as florestas, limpar aceiros e caminhos de acesso a pontos de água, alertar as populações para o risco de fogos e ajudar à manutenção dos parques de lazer. Desde 2005 que o Instituto Português da Juventude (IPJ) promove o programa Voluntariado Jovem para as Florestas, mas no terreno há várias acções, todas com o mesmo objectivo: garantir que o fogo se mantenha longe destas áreas.
O programa chama os jovens, com idades entre os 18 e os 30 anos e por um mínimo de 7 dias de vigilância nas florestas, pelo qual recebem 12 euros e um seguro de acidentes.
Em Vieira do Minho, no Parque Nacional da Peneda-Gerês, o programa "vai já na segunda edição e tem dado frutos". Tanto que "há jovens que repetem a presença", afirma Manuela Guedes, responsável pelo Gabinete Florestal da autarquia, que é parceira do IPJ nesta iniciativa.
"Os jovens gostam da experiência, que lhes permite um contacto assíduo com a natureza" e outros há que "são atraídos pelo dinheiro. Aproveitam as férias para ganhar experiências novas e juntar um pecúlio", conclui.
No outro extremo do País, a iniciativa tem outros contornos, mas mantém o espírito. Em Loulé, as florestas "são vigiadas por meia centena de jovens que fazem a prevenção e detecção de fogos florestais, informam as populações sobre a limpeza dos terrenos e interagem com os mais idosos e isolada que os recebe muito bem", afirma a responsável pelo programa Teresa Laginha.
Aqui a promotora é a autarquia de Loulé e "os jovens não recebem qualquer dinheiro. Recebem a alimentação, uma T-shirt e uma mochila, bem como um boné", adianta. E "cada brigada realiza a vigilância durante uma quinzena" conclui a responsável.
Em Cascais, o programa Natura Observa junta mais de três centenas de voluntários que participam em acções de protecção da natureza no Parque Natural de Sintra Cascais.
O vice-presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, salienta "a grande adesão ao programa, que demonstra o sucesso no envolvimento dos jovens na preservação dos recursos naturais do concelho". Cabe-lhes fazer o patrulhamentos nas matas da serra de Sintra e efectuar "um conjunto de trabalhos florestais, como limpeza de matos e controlo de acácia para reduzir o risco de incêndio", diz.
O Voluntariado Jovem para as Florestas dura até 30 de Setembro. Na inscrição os voluntários assinam uma "declaração de honra" em como não cometeram "nenhum crime contra a natureza".

sexta-feira, 17 de julho de 2009

TRITÃO-PALMADO


Tritão-palmado
Um anfíbio cada vez mais raro em Portugal
por MARIANA CORREIA DE BARROS
Ameaça. A drenagem de pântanos e pauis, para a agricultura, e a poluição de pequenas ribeiras e lagoas estão a fazer diminuir rapidamente o número de tritões-palmados, alerta o ecologista Vasco Cruz, que está a realizar um trabalho de conservação de anfíbios e répteis
O futuro dos anfíbios é de catástrofe - 40% das espécies correm risco de extinção. O tritão-palmado encontra-se nesta estatística negra. Apesar de não estar ainda muito ameaçado, as rápidas alterações climáticas, a destruição de habitats e a poluição das águas onde habita estão a fazer diminuir rapidamente o seu número.
O tritão-palma- do (Triturus helveticus), que deve o nome às membranas interdigitais que desenvolve durante o período de reprodução, nos meses de Novembro. Escolhe essencialmente áreas húmidas, com algumas massas de água, como pântanos e pauis, pequenos ribeiros e lagos onde a água corre pouco. "A destruição destas zonas - por exemplo, através da drenagem para criar terrenos agrícolas - é uma das principais ameaças", diz Vasco Cruz, ecologista, que está, neste momento, a fazer um trabalho de conservação de anfíbios e répteis em Portugal.
A introdução de espécies exóticas no habitat dos tritões veio agravar a situação. "Pequenos peixes vermelhos, ou laranjas, chamados pimpões, alimentam-se dos ovos dos tritões, salamandras ou sapos", explica o ecologista.
Nos meses que passam na água, são activos durante todo o dia; na sua fase terrestre, em que habi-tam debaixo de pedras ou troncos, são vistos apenas à noite. "Saem somente para se alimentar e durante o dia ficam protegidos. Como são anfíbios, têm a pele húmida e não podem apanhar sol, por isso mantêm-se escondidos."
São animais que vivem em média 12 anos e demoram três anos a atingir a maturidade sexual. Quando os ovos eclodem, cerca de 15 dias depois da fecundação, nascem pequenas larvas que ficam na água entre quatro a cinco meses.
O seu tempo de desenvolvimento depende da abundância de comida e da temperatura da água, que influencia a quantidade de oxigénio. "A larva pode ficar pronta a sair da água em apenas um ou dois meses ; mas se a água for fria e houver quantidade de comida em abundância, pode viver dentro de água quase até Novembro."
No fim da fase larvar, o tritão-palmado perde as brânquias e passa a ter uma respiração pulmonar. "É a sua última transformação e a mudança de larva para juvenil. Torna--se então um tritão-palmado em miniatura, com somente dois centímetros", explica Vasco Cruz.
O tritão-palmado é uma das espécies de maior distribuição no mundo, mas em Portugal existe em número reduzido. Não se sabe ao certo quantos. No Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal surge como "uma espécie insuficientemente conhecida". Pode ser observada no Noroeste português, nomeadamente na serra da Lousã, e do litoral do Mindelo para norte, até ao Gerês. Não se encontra em mais lado nenhum de Portugal, e, das três espécies que existem no País, é o mais raro.
Mas apesar de pouco conhecido, o tritão-palmado tem um papel importante na natureza. Na Galiza, por exemplo, chamam-lhe limpa fuentes, porque se sabe que onde esta espécie habita a água é sempre limpa. "Para além de bons bioindicadores, comem uma série de insectos e as larvas também se alimentam de detritos".
Apesar disso, em Portugal pouco ou nada está a ser feito no sentido de preservar a espécie. Uma das raras excepções é a Associação de Amigos do Mindelo, que recentemente tem feito um esforço no sentido de proteger as espécies de anfíbios e répteis que ali habitam.
"É realmente urgente tomar medidas para preservas os anfíbios, porque as alterações climáticas, associadas à destruição da natureza pela mão do homem, podem forçar uma rápida extinção de muitas espécies", conclui Vasco Cruz.

sábado, 4 de julho de 2009

PERCURSO"ENTRE O CÁVADO E O ATLANTICO 04.07.2009

O Cávado e o Atlântico moldaram o carácter desta terra ribeirinha, as suas gentes, desde cedo, aprenderam a conhecer o pulsar das águas e descobrem que será esse o seu percurso de vida.
Início do Percurso
A Ponte de Fão é uma maravilhosa ponte existente sobre o Rio Cávado! Esta ponte localiza-se na freguesia de Fão no concelho de Esposende. Esta ponte é bastante conhecida devido às suas ligações para Viana do Castelo e outros locais a destacar! Foi inaugurada a 7 de Agosto de 1892.A Ponte desde 2005 esteve em obras, mas as mesmas acabaram no Verão de 2008!É uma fabulosa ponte de ferro por onde podem passar e visitar várias vezes!
Respeite a Natureza, não deixando marcas da sua passagem
Rio Cávado
Parque Natural Litoral Norte desde 2005, foi outrora Área de Paisagem Protegida do Litoral de Esposende (APPLE), criada a 17 de Novembro de 1987, segundo o Decreto-Lei 357/87, e ocupando uma área de 476 hectares.A orla marítima compreendida entre a foz do Neiva e a povoação da Apúlia - o litoral de Esposende - é constituída por um cordão de praias e dunas, de grande instabilidade e risco de erosão, ao qual se associam rochedos costeiros, os estuários dos rios Cávado e Neiva, manchas de pinhal, paisagens rurais e vários aglomerados populacionais.Estas areias do litoral minhoto foram colonizadas graças ao sargaço e ao pilado extraídos das águas do mar e empregues como adubo.Cavando a terra ou recolhendo algas e crustáceos, os camponeses e pescadores do litoral trouxeram à cultura areais dantes estéreis e despovoados, onde progressivamente se foram erguendo as casas e fazendo os lugares. São Bartolomeu do Mar, a sul da foz do Neiva, Marinhas, Esposende e a costa de Fão, a Gramadoira, Sedovem e finalmente a Apúlia são outros tantos locais em que, até um passado quase presente, se praticava a apanha de algas marinhas.Associados a toda esta actividade marinha estavam os campos em "maceiras" ou "gamela", escavados alguns metros até ao nível da toalha freática, de modo a criarem-se as condições microclimáticas que possibilitassem, com a incorporação de adubo marinho, uma policultura intensiva. Hoje em dia, a costa do sargaço e do pilado deixou de o ser; o litoral de Esposende está voltado para um turismo que tira partido da presença do mar, das areias das praias, das dunas, das matas e das serranias próximas.Tudo começa nas dunas que constituem uma faixa contínua e estão particularmente desenvolvidas nas zonas de Fão e da Apúlia, povoadas por espécies vegetais comuns a outras zonas costeiras do litoral português. Assim, na zona pré-dunar surgem a eruca-marítima e o cardo marítimo, a duna, o estorno, o cordeiro-da-praia e a soldanela. Na depressão subsequente à duna primária surgem algumas espécies precursoras do mato, como o saganho-mouro. Entretanto, a introdução do chorão e da acácia elimina ou faz perigar a vegetação natural. Na proximidade das dunas, na sua retaguarda, surgem os povoamentos de pinheiro-bravo, semeados a fim de fixarem as areias.O cordão litoral representa, para além de um valor ecológico, abrigo para um determinado número de espécies animais e vegetais que dele dependem e um elemento de protecção, quer em relação às águas do mar, quer, resguardando-os do vento, dos diversos ecossistemas interiores, nomeadamente os campos cultivados.Neste contexto, a vegetação dunar desempenha um papel fundamental, na medida em que representa o melhor estabilizador das areias litorais, daí decorrendo boa parte da importância da sua conservação.Estabelecendo a ligação entre os sistemas dunares a norte e a sul do rio Cávado, estende-se o estuário deste rio, que, juntamente com o do Neiva, de menores dimensões, desempenha um papel importante na manutenção do equilíbrio ecológico da área. Os sapais contribuem de forma importante para tal fim, devido à diversidade de funções que desempenham. No Cávado e no Neiva encontram abrigo variadas espécies animais, pertencentes quer à fauna ictiológica - lampreia, salmão, truta marisca, sável e enguia - quer à avifauna - pato-real e andorinha-do-mar.Devido, por um lado, às ondas e correntes e aos ventos e, por outro, à exploração de areia nas praias, nos estuários e nos canais, à construção de defesas nas praias e à construção de estruturas no cordão litoral, tem-se verificado que este último se tem vindo a reduzir. A arriba de Ofir e os esporões construídos junto à foz do Cávado, em Pedrinhas e na Apúlia, representam outros tantos obstáculos artificiais cujas consequências são já visíveis.
Junto ao rio Cávado, numa das mais belas regiões de turismo de Portugal, encontra-se a Estalagem Parque do Rio, no pinhal de Ofir, próximo da praia.
Clube Náutico de Ofir
Cávado e o Atlântico
vista sobre o Atlântico
Ao longe as Torres de Ofir, que em minha opinião, não favorecem a paisagem
As três Aberrações
praia de ofir
Axis Ofir Beach Resort Hotel
O Facho da Senhora da Bonança funcionou como farol para os navegantes até que novas dunas se formaram entre a sua localização e a costa, tornando-o inútil. É um edifício do século XVI, construído em cantaria.Muito perto encontramos a Capela da Senhora da Bonança, onde os homens do mar vêm pedir protecção para a actividade piscatórias e maritimasOs característicos moinhos de vento espalhados ao longo do areal da Apúlia, singelas construções